O título do ano passado da Volta a Portugal para a W52-FC Porto foi alcançado com batota, após deteção de métodos proibidos e substâncias ilícitas da Polícia Judiciária (PJ).

Citada pela Lusa, a PJ deu conta que “foram efetuadas duas detenções e realizadas várias dezenas de buscas domiciliárias e não domiciliárias em diversas regiões do território nacional, visando dirigentes, atletas e instalações de uma das equipas em competição”.

O director desportivo da W52, Nuno Ribeiro, e um dirigente da União de Ciclismo da Maia, José Rodrigue, foram detidos por suspeita de administrarem doping aos ciclistas.

“No decurso das diligências foram apreendidas substâncias e instrumentos clínicos, usados no treino dos atletas e com impacto no seu rendimento desportivo”, acrescentou a PJ, citada pelo JN.

O Correio da Manhã avança que a busca mais importante ocorreu no quarto dos atletas num hotel de Trancoso: havia um bocadinho de tudo — desde doping em comprimidos até substâncias injetáveis para aumentar a resistência física. Um verdadeiro arsenal de convite à batota, refere o dito jornal.