Levantado do segredo de justiça, foram dados a conhecer os pormenores dramáticos da morte de Sara Carreira. Sabe-se também que um dos condutores ingeriu bebidas alcoólicas (Paulo Neves, o condutor do primeiro carro – com o qual a fadista Cristina Branco colidiu – acusou uma taxa de álcool no sangue de 1,18 g/l).

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À Tv Mais Joaquim Barbeiro, foi um dos bombeiros que prestou auxílio, revela que Ivo Lucas lhe revelou na altura “que se tratava tudo de um ‘sonho’ e que um amigo seu tinha falecido há cerca de dois anos”.

Informou ainda que o namorado de Sara Carreira parecia ter “uma fratura no pulso e que se encontrava sem camisola, ou seja, em tronco nu da cintura para cima”.

Quando se aproximou do veiculo “viu o corpo da ocupante do veículo, preso com o cinto de segurança, mas já caído para o exterior do veículo, sabendo posteriormente que se tratava de Sara”.

O automóvel já não tinha porta e ela tinha o “tinha um pé preso na cave da roda”.

De acordo com informação orientada pelo INEM “cortaram o cinto de segurança e colocaram o corpo no chão, conforme as indicações que iam recebendo do médico do INEM”.

O bombeiro disse ainda que “durante esta intervenção, face aos conhecimentos que possui por causa da sua atividade profissional, tentou por diversas vezes encontrar pulso sem êxito”.