O Ministério Público está a investigar possíveis falhas do FC Porto na morte de guarda-redes Quintana, no final de fevereiro depois de sofrer uma paragem cardiorrespiratória durante um treino da equipa azul e branca.

A alegada falta de um desfibrilhador e de um plano de resposta para estes casos no Dragão Arena, de acordo com o ‘Correio da Manhã’ são a principal causa da investigação.

Já o jornal ‘Público’ tinha avançado que dos três ‘grandes’ em Portugal, o FC Porto é o único que não tem um Programa de Desfibrilhação Automática Externa, como manda a lei.