“Apostamos nos salários de miséria em Portugal”, afirma Miguel Sousa Tavares.

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Miguel Sousa Tavares
Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares no espaço de comentário no ‘Jornal da Noite’, da SIC, afirmou que o que é mais chocante não é a discrepância de valores dos salários dos presidentes executivos mas sim os ordenados “de miséria” que os portugueses continuam a ter.

Para o comentador: “O que me mais me choca nem é essa diferença entre o topo e a base, porque uma empresa tem 10 administradores e pode ter milhares de trabalhadores, não é por aí que a empresa é desfalcada.

Há situações bem piores. Em Espanha ganha-se 60 vezes mais, na Suíça 130 vezes, na Alemanha 150, nos EUA 190 vezes mais, em Portugal ganham 40 vezes mais.

Apesar de tudo, quer dizer que o trabalhador médio de uma empresa em Portugal tem de trabalhar 46 anos, uma vida toda, para ganhar o que um administrador ganha num ano”.

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Quantos às recentes declarações de António Costa, que afirmou preferir aumentar o número de funcionários públicos a aumentar os salários, Miguel Sousa Tavares referiu que “Se aumentar os salários e nada mais, ele está a aumentar o défice, está a aumentar a dívida.

Se aumentar o número de funcionários públicos está a criar dívida permanente, portanto, é uma escolha. As duas coisas, peço desculpa ao Jerónimo de Sousa, não sei de onde virá o dinheiro”, frisa.

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