As laranjas da África do Sul, vendidas em Portugal, possuem mais de 50 substâncias de proibidas e a grande maioria dos hipermercados portugueses vende estas laranjas importadas da África.

Este citrino importado da África do Sul tem mais de 50 substâncias ativas de produtos fitofarmacêuticos proibidos na União Europeia.

O estudo foi feito pela “Unió de Llauradors”, uma instituição espanhola e avançado, esta terça-feira, pelo jornal espanhol La Vanguardia.

Foi revelado nesse mesmo estudo que entre as substâncias ativas estão produtos utilizados para a eliminação de pragas e doenças nas plantas como, por exemplo, inseticidas.

Uma das substâncias nocivas encontradas no estudo foi o “paraquat”, um herbicida que pode afetar o coração, os intestinos e os rins de quem consome.

Além dessa substância, foram ainda descobertos vestígios de azinfos-metilo, tratando-se de uma substância proibida pela União Europeia, devido ao facto de ser um inseticida tóxico para os animais.

A África do Sul é um dos principais fornecedores extra-comunitários de fruta dos países da União Europeia.

A laranja daquele país é vendida em praticamente todos os hipermercados de Portugal, representando assim um problema para a saúde pública.

A África do Sul exporta mais de 600 milhões de euros em citrinos, que estão nos supermercados nacionais. O estudo pede suspensão das vendas.

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