Quem faz de conta que trabalha é tão bem visto como quem realmente trabalha.

Uma empresa orientada para resultados, a cultura de trabalho é mais intensa e a disponibilidade que se espera dos seus colaboradores é maior.

Estas exigências são transversais aos colaboradores, sendo que o ideal seria que todos contribuíssem de igual forma. Isso, no entanto, não acontece.

A conclusão é de Erin Reid, da Universidade de Boston que levou a cabo uma investigação, publicada na ‘Organization Science’, onde concluiu que para quem ‘finge’ melhor, ou seja, gere bem a percepção que os outros fazem do seu trabalho, fazer menos não traz nenhuma consequência.

Outra das constatações do estudo é que são as mulheres quem mais pede flexibilidade de horários (gravidez, filhos), sendo estas, também, mais prejudicadas.

A ideia que Reid deixa passar é que as empresas, muitas vezes dão mais valor à aparência do que ao trabalho efectivo.

Assim, uma pessoa que faz o seu trabalho sem grande alarido pode ser pior avaliada do que uma pessoa que ‘diz’ que faz e que dá muitas sugestões, dando aparência de empenho.

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