A família do piloto que morreu no combate a fogo aufere 37 mil euros anuais. Américo Sousa estava aos comandos de um helicóptero de combate a incêndios quando este embateu em cabos elétricos de alta tensão e o piloto não conseguiu resistir e morreu.

Tribunal da Relação do Porto deu agora um despacho em que ordena ser pago à viúva uma pensão anual e vitalícia de quase 37 mil euros. As filhas irão poder receber pensões anuais de 24 640 euros.

A decisão acontece após informação de que o piloto trabalhava por conta de outrem (o aparelho pertence ao Centro de Meios Aéreos de Armamar e estava ao serviço do GIPS da GNR) e não a prestação de serviços tratando-se assim de um acidente de trabalho.