Assunção Cristas voltou a contrariar-se nas declarações. A líder do CDS ficou incrédula por um incêndio não ser extinto há mais de seis dias quando em 2013, era ela ministra da Agricultura, um incêndio lavrou durante dez dias, provocando a morte a quatro bombeiros.

Para a líder o CDS: “esses esforços não foram capazes de impedir que um incêndio esteja a lavrar por seis dias”, referindo-se o incêndio de Monchique. Esquece-se é que em 2013,  os esforços não foram capazes de impedir que um incêndio lavrasse durante dez dias na serra do Caramulo.

Assunção Cristas, passa a vida a contradizer afirmações ou tomadas de posição política dela própria quando era governante.

Em 2011, não reagiu contra o Governo que integrava quando este acabou com a isenção das taxas moderadoras para os bombeiros, mas ainda no ano passado propôs a criação de um ‘cartão social’ para os bombeiros.

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Foi também Assunção Cristas quem, enquanto ministra da Agricultura, liberalizou a plantação do eucalipto, a árvore apontada pelos especialistas como a que mais favorece o crescimento e propagação dos incêndios.

Num pólo oposto ao fogo, a água, foi Cristas tomou uma inédita medida política para combater a seca: “Rezar que chova”.

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